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| Macaco
guariba - origem do nome da fazenda |
A Fazenda Guaribas
localiza-se a 30 km de Oeiras e a 300 Km de Teresina.
O nome primitivo da Fazenda, Avenida, foi mudado
pelos antigos proprietários ainda no século
XVIII, Sr. Agostinho José Ferreira e Dona
Ana Ferreira Barbosa e Senhor Severino Ferreira Barbosa
e Dona Lisbela Dantas Barbosa. Guariba era uma espécie
de macaco abundante na região. Sua característica
era fazer muito barulho ao anoitecer, encaracolando
a longa cauda nas árvores para demarcar o
seu território. O barulho feito pelo animal
provoca medo e admiração naqueles que
não o conhecem.
Os mecanismos existentes para o trabalho são
o engenho de pau puxado a boi, tradição
que data de mais de meio século, a máquina
a vapor, o locomóvel movido a vapor, que tem
como combustível a lenha, e ainda o engenho
de ferro movido a motor elétrico. Nos tempos
mais remotos, o açúcar era feito com
recursos manuais, dentre os quais se pode destacar
o balaio de cipó, contendo em seu interior
estrume de gado. Da cana-de-açúcar
também se extrai a cachaça.
ATIVIDADES PRODUTIVAS:
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| Acesso à
sede da fazenda |
A base econômica
da Fazenda sustenta-se na agropecuária, em
especial na criação de animais, como
gado comum, carneiro, gado anão, nelore e
pé-duro legítimo, além do plantio
da cana-de-açúcar, da mandioca, do
arroz e do caju. A maior riqueza mineral local encontra-se
na abundância de água, pois nasce e
morre na fazenda um olho d'água com uma vazão
horária de 7.500 litros d'água limpa,
cristalina, cujo córrego localiza-se sob raízes
de frondosas e variadas árvores.
Para poder explorar as potencialidades da fazenda, há projetos de estudos
que abrangem a vegetação, a fauna, a flora, a agropecuária
e demais riquezas naturais do local. Uma delas é o trato da cana-de-açúcar,
o qual origina a garapa, a rapadura, a puxa, a batida e o alfinim.
A mandioca, recurso também explorado na região, tem sofrido avanços
tecnológicos no seu processo de produção: antigamente, ela
era quebrada pelos braços do homem, com uma roda que continha em seu meio
um vergalhão que se manuseava para girar o instrumento. Mais tarde, utilizou-se
a bolandeira, uma espécie de máquina composta por duas rodas de
madeira, uma grande e outra pequena, ambas puxadas a boi. Atualmente, usa-se
uma banca com uma serra movida a motor elétrico. O processo de prensar
e lavar a massa da qual se extraía a goma e a farinha ainda é o
original (em prensa de madeira).
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